Nestas tuas fotos vejo momentos de solidão... de tempo sem fim. Comentários psicológicos à parte, o tempo queimado foi o que mais me impressionou. Além disso gostei de ver o relógio, contador de tempo à nossa dimensão, como elemento constante... será? (uma última deixa pseudo-intelectual... é só para disfarçar! vocês conhecem-me! ;-) )
Sabes que mais? Gostava de ter visto o depertador em todas as fotos. Ter-lhe-ia dado um cunho verdadeiramente conceptual. Também acho que o preto e branco não era necessário no Tempo perigoso.
As fotos 1 e 3, são realmente muito interessantes e poderiam ter encontrado uma gémea na foto 4 se esta fosse em côr.
Há qualquer coisa de abandono e de esquecimento que percorre todas as fotos e me agrada bastante. Parabéns pela coerência.
O tempo não existe. Existe o espaço e dentro dele vamos estando, envelhecendo, apodrecendo, modificando. Acho que é a nossa perenidade que nos faz precisar do tempo - o culpado, que passa, passa depressa ou devagar sem podermos detê-lo. Mesmo não existindo, regemo-nos por ele. Que ditador o tempo! É isto que vejo em 4 das tuas fotos. A minha favorita - e mais uma vez a favorita da semana é uma foto tua! - Tempo queimado. Adoro a sua estética. Mas não posso deixar de achar poderosíssima o 'Tempo de espera'. Não pela espectacularidade da foto, mas porque é a melhor tradução do tempo: que espera ela? Já passou muito tempo por ela, mas continua a insistir no relógio. E com que calma parece enfrentar o tempo. Se calhar o tempo ajuda-nos a lidar com a passagem do tempo, com os momentos de espera. Adorei mesmo as tuas fotos desta semana!
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Nestas tuas fotos vejo momentos de solidão... de tempo sem fim. Comentários psicológicos à parte, o tempo queimado foi o que mais me impressionou. Além disso gostei de ver o relógio, contador de tempo à nossa dimensão, como elemento constante... será?
(uma última deixa pseudo-intelectual... é só para disfarçar! vocês conhecem-me! ;-) )
Sabes que mais? Gostava de ter visto o depertador em todas as fotos. Ter-lhe-ia dado um cunho verdadeiramente conceptual. Também acho que o preto e branco não era necessário no Tempo perigoso.
As fotos 1 e 3, são realmente muito interessantes e poderiam ter encontrado uma gémea na foto 4 se esta fosse em côr.
Há qualquer coisa de abandono e de esquecimento que percorre todas as fotos e me agrada bastante. Parabéns pela coerência.
O tempo não existe. Existe o espaço e dentro dele vamos estando, envelhecendo, apodrecendo, modificando. Acho que é a nossa perenidade que nos faz precisar do tempo - o culpado, que passa, passa depressa ou devagar sem podermos detê-lo. Mesmo não existindo, regemo-nos por ele. Que ditador o tempo!
É isto que vejo em 4 das tuas fotos. A minha favorita - e mais uma vez a favorita da semana é uma foto tua! - Tempo queimado. Adoro a sua estética. Mas não posso deixar de achar poderosíssima o 'Tempo de espera'. Não pela espectacularidade da foto, mas porque é a melhor tradução do tempo: que espera ela? Já passou muito tempo por ela, mas continua a insistir no relógio. E com que calma parece enfrentar o tempo. Se calhar o tempo ajuda-nos a lidar com a passagem do tempo, com os momentos de espera.
Adorei mesmo as tuas fotos desta semana!
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